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Lewis Pullman fala sobre seu papel complexo como Sentinela em “Thunderbolts” da Marvel

Lewis Pullman discute seu papel como Sentinela em "Thunderbolts", abordando saúde mental e a conexão com Yelena Belova.

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Lewis Pullman, filho do ator Bill Pullman, fala sobre seu papel como Sentinela no filme “Thunderbolts” da Marvel, onde seu personagem enfrenta depressão e solidão. Ele destaca a conexão com Yelena Belova, interpretada por Florence Pugh, e compartilha suas próprias experiências com saúde mental. Pullman descreve Sentinela como um personagem complexo, que se sente inútil, mas deseja ser útil. Ele menciona que a saúde mental é um tema importante no filme, que busca desestigmatizar essas questões. Pullman também fala sobre sua formação em serviço social e como isso influenciou sua compreensão sobre saúde mental. Ele acredita que é essencial expressar emoções e ser vulnerável, pois isso pode ajudar a encontrar apoio. O ator espera que o filme toque as pessoas que precisam ver essas histórias e que elas se sintam compreendidas.

Lewis Pullman, filho do ator Bill Pullman, destaca-se no novo filme da Marvel, “Thunderbolts”, onde interpreta o personagem Sentinela. Em entrevista, Pullman descreve seu papel como complexo, lidando com temas de depressão e solidão. O filme, que aborda a saúde mental, também mostra a conexão de seu personagem com Yelena Belova, interpretada por Florence Pugh.

Pullman revela que Sentinela, conhecido civilmente como Bob, é uma figura sombria que oscila entre ser um herói ou vilão. Ele afirma que “ele é muito maleável e facilmente influenciável” devido à falta de amor em sua vida. O ator se identifica com a tristeza do personagem, que enfrenta crises de melancolia e busca uma amizade genuína com Yelena, que também se sente isolada.

O ator, que já foi indicado ao Emmy por sua atuação em “Uma Questão de Química”, fala sobre a importância de discutir saúde mental. Ele menciona que o filme busca “livrar nossa sociedade do estigma” relacionado a esses temas. Pullman compartilha suas experiências pessoais com ansiedade e depressão, ressaltando que a terapia foi fundamental em sua vida.

Reflexões sobre o personagem

Pullman acredita que a luta interna de Bob ressoa com muitas pessoas. “Ele quer ser útil, mas foi dito a ele que quando tenta se envolver, sempre piora as coisas,” explica. Essa dualidade torna o personagem mais real e acessível ao público. A conexão entre Bob e Yelena é destacada, pois ambos buscam significado e pertencimento.

O ator expressa sua gratidão por poder representar um personagem que poderia ter feito diferença em sua juventude. Ele espera que o filme inspire aqueles que enfrentam desafios semelhantes, afirmando que “duas horas em um cinema podem mudar o curso da sua vida.”

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