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Mulheres acima de 30 anos encontram oportunidades para viver na Europa

Descubra cinco países europeus que facilitam a mudança de americanos, com opções de visto e comunidades acolhedoras.

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Cepee Tabibian, fundadora da She Hit Refresh, compartilha sua experiência de viver no exterior e ajuda mulheres a se mudarem para outros países. Ela destaca cinco países da Europa que são bons para americanos que querem se mudar. Espanha é uma opção popular, com vistos para nômades digitais e um estilo de vida social. Portugal é conhecido por ser acolhedor, com opções de visto acessíveis e uma cultura amigável ao inglês. França oferece um estilo de vida tranquilo e um visto para freelancers, mas não tem um visto específico para nômades digitais. A Holanda é receptiva a expatriados, com boas opções de transporte, mas enfrenta problemas de moradia. Por fim, a Albânia permite que americanos fiquem por até um ano sem visto, sendo uma opção econômica com uma comunidade expatriada forte. Cepee observa que muitas mulheres que se mudam para o exterior não se arrependem e muitas desejam ter feito isso mais cedo.

Cepee Tabibian, fundadora da She Hit Refresh, compartilha sua trajetória de vida no exterior, destacando experiências na Espanha e sua missão de auxiliar mulheres na mudança para outros países. Ela apresenta cinco nações europeias que facilitam a relocação de americanos, abordando opções de vistos, comunidades de expatriados e estilos de vida acolhedores.

A Espanha é um dos destinos preferidos, oferecendo vistos para nômades digitais e não trabalhadores, além de um sistema de saúde acessível. Tabibian destaca a cultura social do país, onde as pessoas valorizam o convívio. Apesar da barreira do idioma e do turismo excessivo em cidades como Barcelona, localidades menores são receptivas a novos moradores. Atualmente, ela reside em Málaga, conhecida por sua comunidade expatriada.

Portugal se destaca pela facilidade de adaptação, com um estilo de vida tranquilo e opções de visto acessíveis, como o visto D7 para quem possui renda passiva. Embora Lisboa e Porto enfrentem desafios de turismo, regiões como o Algarve e as ilhas Madeira e Açores atraem expatriados em busca de beleza natural e um clima mediterrâneo.

A França é outra opção, oferecendo o visto profession libérale para freelancers. Tabibian menciona a experiência de Mary Alice Duff, que trocou a agitação de Filadélfia pela tranquilidade do sul da França, onde desfruta de transporte público gratuito e uma rede de amigos internacionais. Apesar de sua qualidade de vida, a França ainda não possui um visto para nômades digitais.

Os Países Baixos são conhecidos pela receptividade a expatriados, com um ambiente favorável para empreendedores. O visto DAFT (Dutch-American Friendship Treaty) permite que americanos autônomos residam e trabalhem no país. No entanto, a crise habitacional pode dificultar a busca por moradia.

Por fim, Albania permite que cidadãos dos EUA permaneçam por até um ano sem visto. Com um custo de vida baixo e uma comunidade expatriada forte em Tirana, o país é ideal para trabalhadores remotos. A costa albanesa, com suas praias deslumbrantes, também é um atrativo.

Tabibian conclui que, apesar das incertezas, muitos que sonham em viver no exterior acabam se arrependendo apenas de não terem feito isso antes.

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