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Cristina Ernst transforma moda e tecnologia com vestidos robóticos e projetos criativos

Christina Ernst une moda e tecnologia com vestidos interativos, inspirando jovens a explorar STEM em sua residência na Biblioteca Pública de Chicago.

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Christina Ernst é uma engenheira de software de 28 anos que mistura moda e tecnologia. Recentemente, ela fez uma residência na Biblioteca Pública de Chicago, onde ensinou programação e criou um vestido interativo em homenagem ao Jardim do Fênix. Ernst é conhecida por seus projetos de “fashioneering”, que combinam roupas com elementos robóticos. Ela ganhou muitos seguidores nas redes sociais ao mostrar suas criações, como um vestido que gira e um vestido com painéis iluminados. Durante sua residência, ela ensinou pessoas de diferentes idades e criou um vestido que se move quando as pessoas interagem com ele. Ernst acredita que a moda pode ser uma porta de entrada para o interesse em ciência e tecnologia, e ela costuma compartilhar suas falhas e protótipos com seus seguidores para mostrar que errar faz parte do processo criativo.

Christina Ernst, uma jovem engenheira de software, realizou uma residência no Chicago Public Library, onde ensinou programação e criou um vestido interativo em homenagem ao Jardim do Fênix. O projeto destaca a importância da experimentação e da aceitação do fracasso.

Durante a residência de doze semanas, Ernst apresentou suas criações, incluindo um vestido que se ativa ao ser tocado. A peça, feita de ouro e blush, possui penas que se movem em resposta ao toque dos visitantes. A engenheira busca inspirar jovens mulheres a se interessarem por áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM).

Ernst, que trabalha na Google, combina moda e tecnologia em seus projetos, atraindo centenas de milhares de seguidores nas redes sociais. Ela enfatiza que a moda e a tecnologia podem coexistir, desafiando a percepção de que são campos distintos. “A história do computador é, na verdade, a história do têxtil”, afirma.

Além de suas criações, Ernst também desenvolve tutoriais online para ensinar habilidades de programação. Ela acredita que mostrar os fracassos em seus projetos ajuda a desmistificar o processo criativo e encoraja outros a persistirem. “É normal falhar e iterar”, destaca.

Ernst já conquistou notoriedade com suas peças, como o vestido Medusa, que possui serpentes robóticas. Seu trabalho visa não apenas entreter, mas também abrir diálogos sobre a interseção entre arte e tecnologia, promovendo um ambiente inclusivo para novos criadores.

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