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Espanhóis enfrentam crise de sono e dormem menos do que o recomendado

Estudo revela que 54% dos adultos espanhóis dormem menos que o recomendado, com estresse como principal causa. A situação é alarmante.

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Uma pesquisa recente mostrou que 54% dos adultos na Espanha dormem menos do que o recomendado, e 80% deles atribuem isso ao estresse. A situação é ainda pior entre os adolescentes, onde apenas 30% dormem as horas ideais, uma queda significativa em relação a 2010, quando eram 75%. O sono é essencial para a saúde física e mental, influenciando a alimentação e a atividade física. A falta de sono pode levar a problemas de atenção, irritabilidade e um estado de ânimo ruim. Além disso, a falta crônica de sono está ligada a várias doenças. Especialistas apontam que o uso de dispositivos eletrônicos antes de dormir e a falta de tempo são fatores que contribuem para essa situação. Dormir é muitas vezes visto como uma perda de tempo, mas é fundamental para o bem-estar geral.

Uma nova pesquisa revela que 54% dos adultos espanhóis não dormem o suficiente, com 80% citando o estresse como a principal causa. A situação é ainda mais preocupante entre os adolescentes, onde apenas 30% dormem as horas recomendadas, uma queda significativa desde 2010.

O sono é um pilar essencial para a saúde física e mental, influenciando diretamente a alimentação e a atividade física. Segundo a pesquisa realizada pela empresa farmacêutica Bayern, doze por cento dos espanhóis afirmam dormir sempre mal, enquanto 34% relatam variações na qualidade do sono. Dados da Sociedade Espanhola de Neurologia (SEN) indicam que 48% da população adulta não tem um sono de qualidade.

A pesquisa também destaca que um em cada três adultos acorda sem a sensação de descanso. O estudo aponta que o uso de dispositivos tecnológicos antes de dormir é um problema para 42% dos entrevistados. O especialista em sono, Gonzalo Pin, observa que a falta de tempo leva as pessoas a priorizarem atividades em detrimento do sono, que é visto como menos produtivo.

As recomendações da National Sleep Foundation sugerem que adultos devem dormir entre sete e oito horas por noite. No entanto, muitos espanhóis não seguem essas diretrizes. O professor Juan Antonio Madrid enfatiza que o sono reflete o estilo de vida e que o estresse é um fator determinante para a má qualidade do sono.

A falta de sono não afeta apenas o bem-estar imediato, mas também pode ter consequências a longo prazo. A pesquisa sugere que um país que dorme melhor é mais produtivo e enfrenta menores custos com saúde. A relação entre sono e saúde é clara, e a falta crônica de sono pode levar a diversas patologias.

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