Jude Cook, um escritor e crítico literário britânico, anunciou a criação da Conduit Books, uma editora que vai focar na publicação de ficção literária escrita por homens. Cook afirma que não existe uma editora independente dedicada a esse tipo de literatura. A Conduit Books pretende lançar três obras por ano a partir de 2026, buscando histórias que foram deixadas de lado, especialmente sobre temas como paternidade e masculinidade. Embora o foco seja em autores homens, Cook não descarta a possibilidade de publicar mulheres no futuro. Ele observa que, atualmente, a literatura escrita por mulheres está em alta, o que pode ter levado a uma percepção de que as vozes masculinas são problemáticas. O editor também mencionou que a resposta ao seu projeto tem sido positiva, especialmente entre mulheres do setor editorial.
O escritor e crítico literário britânico Jude Cook anunciou a criação da Conduit Books, uma editora que se dedicará à publicação de ficção literária escrita por homens. O lançamento está previsto para 2026, com a meta de publicar três obras por ano. Cook afirma que nunca houve uma editora independente focada exclusivamente nesse público.
A Conduit Books não pretende excluir autores de outras identidades, como negros, queer ou não binários, e pode considerar a publicação de mulheres no futuro. O foco inicial será em autores homens que produzem uma “ficção ambiciosa, engraçada, política e cerebral” que, segundo Cook, tem sido negligenciada. Ele observa que a atual onda de autoras, como Sally Rooney, resultou em um renascimento da ficção feminina, enquanto as histórias de jovens autores homens têm sido frequentemente ignoradas.
Cook destaca que a editora busca resgatar narrativas que abordem temas como paternidade, masculinidade e os desafios de ser homem no século 21. Essa iniciativa surge em um contexto onde autoras mulheres têm conquistado mais espaço nas prateleiras e prêmios literários.
A Conduit Books está em busca de um romance de estreia de um autor britânico do sexo masculino com menos de 35 anos para iniciar seu catálogo. Desde o anúncio, a resposta tem sido “majoritariamente positiva”, especialmente entre autoras e profissionais do setor editorial.
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