Um levantamento recente analisou 4.500 perfis de usuários da plataforma MeuPatrocínio, entre janeiro e abril de 2025, e revelou os nomes mais comuns entre Sugar Babies e Sugar Daddies. As Sugar Babies, que são mais de 9 milhões de mulheres cadastradas, têm como nomes mais frequentes Mariana, Letícia, Fernanda, Isabela e Carolina. A maioria delas está na faixa dos 20 aos 30 anos. Já os Sugar Daddies, que somam mais de 2 milhões de homens, têm os nomes mais comuns como Fernando, Carlos, Felipe, Paulo e Ricardo, com a maioria entre 32 e 50 anos. Segundo um especialista da plataforma, o aumento do interesse por esse tipo de relacionamento se deve à busca por clareza e alinhamento de expectativas, algo que muitos desejam após experiências ruins em relacionamentos tradicionais. A pesquisa mostra que, embora os nomes e idades indiquem tendências, o mais importante é o entendimento e os acordos entre as partes envolvidas.
Entre janeiro e abril de 2025, a plataforma MeuPatrocínio realizou um levantamento com 4.500 perfis ativos de usuários entre 20 e 50 anos, revelando os nomes mais comuns entre Sugar Babies e Sugar Daddies. As Sugar Babies, que somam mais de 9 milhões de mulheres cadastradas, têm como nomes mais frequentes Mariana (16%), Letícia (11%), Fernanda (9%), Isabela (7%) e Carolina (6%). A maioria dessas usuárias está na faixa etária de 20 a 30 anos.
Do lado masculino, os Sugar Daddies, que totalizam mais de 2 milhões de homens na plataforma, apresentam os nomes mais comuns como Fernando (11%), Carlos (8%), Felipe (6%), Paulo (5%) e Ricardo (5%). A maior concentração desses perfis está entre 32 e 50 anos.
Dinâmica das Relações
De acordo com Caio Bittencourt, especialista em relacionamentos da plataforma, o crescimento do interesse por esse tipo de relação se deve à transparência e ao alinhamento de expectativas que ele proporciona. “Apesar de muitos se fascinarem com o estilo de vida Sugar por seus aspectos exclusivos, no fundo, trata-se de uma relação baseada em alinhamento de expectativas e transparência”, afirma Bittencourt.
A pesquisa destaca que, embora os nomes e idades revelem tendências, o que realmente importa nesse modelo de conexão é o entendimento mútuo e os acordos estabelecidos entre as partes. A busca por relações mais claras tem se intensificado, especialmente após experiências frustrantes em relacionamentos tradicionais.
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