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Exército dos EUA aposta em tecnologia de micro-ondas para combater drones em massa

Startup desenvolve sistema de defesa com micro-ondas para neutralizar drones, atraindo atenção do Exército dos EUA em meio a crescentes ameaças.

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As forças armadas dos EUA estão preocupadas com a crescente ameaça de drones armados, especialmente após a invasão da Ucrânia. Para enfrentar esse desafio, a startup Epirus criou um sistema de defesa chamado Leonidas, que usa micro-ondas para neutralizar enxames de drones. O Exército dos EUA já contratou a empresa para testar e implementar essa tecnologia. O Leonidas é um dispositivo grande que emite ondas eletromagnéticas para desativar drones, fazendo com que eles caiam sem explodir. Essa solução é vista como uma alternativa mais barata e eficaz em comparação com mísseis, que custam muito mais. A Epirus já recebeu contratos significativos e está desenvolvendo versões menores do Leonidas para diferentes usos militares. A expectativa é que essa tecnologia ajude a proteger instalações militares contra ataques de drones, que se tornaram uma nova forma de guerra.

A crescente ameaça de drones armados preocupa as forças armadas dos Estados Unidos, especialmente após a invasão da Ucrânia e o uso de drones por grupos como o ISIS. Em resposta, a startup Epirus desenvolveu um sistema de defesa inovador, chamado Leonidas, que utiliza micro-ondas para neutralizar enxames de drones. O Exército dos EUA já concedeu à empresa contratos significativos, totalizando R$ 83 milhões para testes e implementação.

O sistema Leonidas, que se assemelha a um grande painel de metal montado em um trailer, é projetado para emitir ondas eletromagnéticas que podem desativar drones em um raio de ação específico. Durante os testes, os drones atingidos não explodem, mas caem inertes, o que representa uma abordagem menos destrutiva em comparação com mísseis ou lasers. A tecnologia é vista como uma solução viável para contrabalançar a crescente ameaça de ataques aéreos não tripulados.

Alex Miller, CTO do Exército dos EUA, expressou preocupações sobre a vulnerabilidade das instalações militares a ataques de drones. Ele destacou que a proliferação de drones baratos permite que grupos com recursos limitados causem danos significativos. O Leonidas é uma resposta a essa nova realidade, oferecendo uma alternativa mais econômica para neutralizar drones em massa, ao contrário dos caros mísseis atualmente em uso.

A Epirus, fundada em 2018, já levantou mais de R$ 1,5 bilhão em investimentos e está se preparando para aumentar a produção do Leonidas. A empresa também está desenvolvendo versões menores do sistema, que podem ser montadas em veículos de combate e utilizadas em diferentes cenários operacionais. A expectativa é que essa tecnologia se torne uma parte essencial das operações militares, especialmente em um mundo onde a guerra com drones se torna cada vez mais comum.

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