Natalie Goldberg, em seu livro “The true secret of writing – Connecting with language”, sugere que escrever pode ser um prazer comparável ao sono. A autora destaca que essa percepção pode variar conforme a experiência pessoal de cada um.
A reflexão surge a partir da famosa citação de Buda, que considera o sono como o maior dos prazeres. Goldberg argumenta que, para quem sofre de insônia, o sono é realmente valorizado, enquanto aqueles que dormem bem podem não perceber sua importância. Ela propõe que a escrita, assim como o sono, é uma atividade que muitos não reconhecem como prazerosa.
Goldberg afirma que a mágica da escrita pode ser ignorada por aqueles que não a veem como uma fonte de prazer. Para ela, a prática da escrita pode ser tão gratificante quanto dormir, especialmente para quem ainda não descobriu seu potencial. A autora convida os leitores a reavaliar suas percepções sobre essas atividades.
Dessa forma, a obra de Goldberg não apenas amplia a discussão sobre o prazer do sono, mas também destaca a importância da escrita como uma forma de bem-estar. A conexão entre essas práticas pode oferecer novas perspectivas sobre como valorizamos momentos de descanso e criatividade.
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