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Coca-Cola é indicada por neurologista para aliviar dores de cabeça e enxaqueca

Coca-Cola pode aliviar dores de cabeça, mas neurologistas alertam sobre riscos e contraindicações para algumas condições de saúde.

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Uma neurologista americana chamada Jessica Lowe ficou famosa nas redes sociais ao dizer que a Coca-Cola pode ajudar a aliviar dores de cabeça e enxaquecas. Ela, que também sofre de enxaquecas, recomenda beber uma Coca-Cola grande, que contém cafeína, um ingrediente que pode reduzir a dor. A cafeína ajuda a diminuir a vasodilatação das artérias na cabeça, que é uma das causas da dor. No entanto, a neurologista Thais Villa alerta que o uso frequente da bebida pode ser perigoso, pois a cafeína pode piorar a dor e tornar a condição crônica. Além disso, pessoas com problemas como enxaqueca, ansiedade, gastrite, hipertensão e arritmias devem evitar a Coca-Cola. O consumo excessivo de refrigerantes também pode agravar problemas de saúde como diabetes e obesidade.

Uma neurologista americana, Jessica Lowe, ganhou destaque nas redes sociais ao afirmar que a Coca-Cola pode aliviar dores de cabeça e enxaquecas. Ela, que também sofre com enxaquecas, recomenda uma Coca-Cola grande (aproximadamente 950 ml), que contém cerca de oitenta miligramas de cafeína. A cafeína, presente em refrigerantes de cola, atua reduzindo a vasodilatação das artérias da cabeça, aliviando a dor.

A neurologista Thais Villa, do Headache Center Brasil, complementa que a Coca-Cola foi originalmente comercializada como um remédio para dores de cabeça. Em sua composição, a quantidade de cafeína é suficiente para funcionar como um analgésico imediato. No entanto, Villa alerta que o uso frequente pode ser prejudicial. A cafeína é um estimulante que pode agravar a condição de pessoas com enxaqueca, levando a dores crônicas.

Riscos e Contraindicações

A especialista destaca que nem todos podem consumir a bebida. Pessoas com enxaqueca, ansiedade, gastrite crônica, hipertensão e arritmias cardíacas devem evitar o refrigerante como forma de alívio. O uso excessivo pode agravar problemas como diabetes, obesidade e doenças renais. Villa recomenda cautela e que, em caso de dúvida, as pessoas procurem um médico especialista para tratamentos adequados.

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