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Vivian Tanaka lança aplicativo para apoiar saúde mental de crianças em Suffolk

Vivian Tanaka lança o aplicativo Kamelion em 1º de julho, ajudando crianças a monitorar sentimentos com recursos interativos e recompensas.

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Vivian Tanaka, uma mulher que percebeu a falta de apoio em saúde mental para crianças, vai lançar um aplicativo chamado Kamelion no dia 1º de julho. Nascida no Zimbábue e vivendo na Inglaterra, ela notou que muitas crianças têm dificuldade em buscar ajuda e não têm um lugar para expressar seus sentimentos enquanto trabalhava em escolas. O aplicativo, que já conta com o apoio de conselhos escolares, permitirá que as crianças registrem e acompanhem suas emoções, além de oferecer recursos interativos e recompensas. Tanaka trabalhou com jovens de Suffolk para desenvolver o app, que já terá acesso garantido para pelo menos 2.000 crianças, pois algumas escolas compraram licenças. Ela acredita que o Kamelion pode ajudar a preencher a lacuna entre educação e saúde mental, facilitando o autocuidado para os jovens.

Vivian Tanaka, uma mulher nascida no Zimbábue e residente na Inglaterra, lançará o aplicativo Kamelion em 1º de julho. O objetivo é ajudar crianças a rastrear e registrar seus sentimentos, oferecendo recursos interativos e recompensas. A iniciativa já conta com o apoio de conselhos escolares.

Tanaka, que trabalhou em escolas, percebeu que muitas crianças enfrentam dificuldades para buscar apoio em saúde mental. “Vi uma lacuna com os jovens e o que faltava era a relação que eles tinham consigo mesmos,” afirmou. Para suprir essa necessidade, ela desenvolveu o aplicativo, que já recebeu investimento privado.

O Kamelion permite que crianças façam um diário de sentimentos e aprendam de forma interativa. Os usuários ganham moedas que podem ser trocadas por descontos em lojas. O conselho do condado de Suffolk adquiriu licenças para algumas escolas, garantindo que pelo menos 2 mil crianças terão acesso ao aplicativo assim que for lançado.

Tanaka destacou que a ferramenta é uma alternativa econômica para escolas e serviços de saúde pública, especialmente em um momento em que o Sistema Nacional de Saúde (NHS) enfrenta sobrecarga. “Se conseguirmos ser essa ponte entre educação e saúde, os jovens poderão aprender a se ajudar,” concluiu.

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