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Grávida brasileira enfrenta conta de quase R$ 40 mil após emergência em hospital nos EUA

Grávida de gêmeas, Naiara Ramiro enfrentou uma conta hospitalar de quase R$ 40 mil após visita à emergência em Orlando. Entenda os custos.

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Naiara Ramiro, uma brasileira que vive em Orlando, EUA, teve uma experiência difícil com o sistema de saúde americano. Grávida de gêmeas, ela foi ao hospital por causa de contrações e, mesmo com um atendimento rápido de apenas uma hora, recebeu uma conta de quase R$ 40 mil, cerca de US$ 7.000. Apesar de ter seguro saúde, Naiara teve que pagar uma coparticipação de US$ 956, aproximadamente R$ 5 mil. O atendimento incluiu exames simples, como aferição de pressão e monitoramento dos batimentos cardíacos dos bebês. Ela explicou que o alto custo se deve ao fato de ter ido a uma emergência especializada. Embora seu seguro tenha um limite anual de gastos, o que a protege de contas ainda maiores, ela alertou que quem não tem seguro enfrenta despesas muito altas. Nos EUA, não existe um sistema de saúde universal como no Brasil, e as opções de cobertura variam bastante.

Naiara Ramiro, uma brasileira residente em Orlando, EUA, enfrentou uma conta hospitalar de quase R$ 40 mil após uma visita à emergência por contrações. A empresária, que está grávida de gêmeas, compartilhou sua experiência nas redes sociais, onde o vídeo rapidamente se tornou viral.

No início de maio, Naiara, com 36 semanas de gestação, sentiu contrações a cada dez minutos e decidiu buscar atendimento em um hospital privado. O atendimento durou apenas uma hora, mas a conta totalizou cerca de US$ 7 mil. Apesar de ter seguro saúde, ela teve que pagar uma coparticipação de US$ 956, equivalente a aproximadamente R$ 5 mil.

O procedimento realizado incluiu aferição de pressão, cardiotocografia para monitorar os batimentos cardíacos das gêmeas e um exame de toque para avaliar a dilatação. Naiara relatou que o atendimento foi rápido, mas ficou surpresa com o valor cobrado. Ela destacou que já realizava exames semelhantes semanalmente por apenas US$ 12 de coparticipação.

Diferenças nos Custos

A influenciadora explicou que a alta conta se deve ao fato de ter buscado atendimento em uma emergência especializada em gravidez de alto risco. Naiara ressaltou que seu seguro saúde possui um limite anual de gastos, o que a protege de contas ainda mais elevadas, especialmente com o parto que ocorreu dias depois.

Ela observou que o maior desafio é para aqueles sem qualquer tipo de cobertura. “Se a pessoa não tem seguro — nem do governo, nem particular, as contas são altíssimas!”, afirmou. Naiara comparou a situação ao Brasil, onde pagava plano de saúde em busca de um atendimento melhor, e destacou a ausência de um sistema único de saúde nos Estados Unidos, como o SUS.

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