A tecnologia tem revolucionado o setor de saúde, com inovações que aumentam a eficiência e a segurança no atendimento hospitalar. Hospitais como Christóvão da Gama e Nove de Julho estão adotando inteligência artificial (IA) para otimizar prescrições e diagnósticos, além de utilizar o metaverso para planejamento cirúrgico. A IA, já implementada em instituições como Hospital […]
A tecnologia tem revolucionado o setor de saúde, com inovações que aumentam a eficiência e a segurança no atendimento hospitalar. Hospitais como Christóvão da Gama e Nove de Julho estão adotando inteligência artificial (IA) para otimizar prescrições e diagnósticos, além de utilizar o metaverso para planejamento cirúrgico.
A IA, já implementada em instituições como Hospital Brasília e São Lucas Copacabana, analisa prescrições médicas, reduzindo riscos assistenciais e melhorando o tempo de atendimento. Rogério Reis, vice-presidente de Hospitais da Rede Américas, destaca que erros em hospitais são a terceira maior causa de morte nos Estados Unidos, frequentemente relacionados a medicações. A tecnologia cruza dados do paciente, como histórico e exames, e emite alertas para farmacêuticos, permitindo ajustes nas prescrições.
Além disso, um algoritmo de IA nos hospitais Nove de Julho e Brasília prioriza eletrocardiogramas com alterações, resultando em diagnósticos mais rápidos. Após um ano de uso, o Hospital Nove de Julho registrou um aumento de 82,3% no tratamento de fibrilação atrial, além de uma redução de 43% nas visitas ao pronto-socorro em um mês.
Uso do Metaverso
O metaverso também está sendo utilizado em algumas unidades de saúde, como no Hospital São Lucas Copacabana. Esse ambiente virtual permite que médicos interajam em três dimensões, facilitando o planejamento cirúrgico. Exames de imagem são processados e transformados em modelos 3D, possibilitando simulações pré-operatórias.
Reis explica que a impressão em 3D de órgãos a serem operados melhora o planejamento cirúrgico, especialmente em casos complexos. O uso do metaverso permite que cirurgiões simulem procedimentos, reduzindo o tempo cirúrgico e, consequentemente, os riscos de complicações, como infecções e problemas cardiovasculares.
Essas inovações não apenas aumentam a segurança dos pacientes, mas também melhoram os desfechos clínicos, acelerando a recuperação e diminuindo o tempo de internação.
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