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Viajantes criativos exploram o mundo com o novo manual do viajante imaginário

Autor destaca a importância de lugares imaginários em contraste com a degradação de destinos reais, recomendando obras que exploram esses mundos.

Mural no Parque Lineal Macondo, em Aracataca, na Colômbia (Foto: Nathalia Angarita/The New York Times)
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O autor fala sobre sua paixão por mapas e lugares imaginários, influenciado por livros como “A Ilha do Tesouro” e “Cem anos de solidão”. Desde pequeno, ele se encantou com mapas antigos, que considerava tesouros. Essa paixão o fez preferir viajar com a imaginação em vez de enfrentar a realidade de aeroportos e destinos turísticos. Ele recomenda dois livros que ajudam nessa viagem: “Dicionário de lugares imaginários”, de Alberto Manguel e Gianni Guadalupi, e “História das terras e lugares lendários”, de Umberto Eco, que exploram locais míticos como a Atlântida. O autor também menciona a degradação de lugares reais, contrastando com a beleza dos mundos imaginários, que não podem ser destruídos. Ele cita sua filha Kianda, que lembrou de Barra Grande, no Piauí, como um lugar que ainda guarda a magia das memórias de infância.

O autor expressa sua paixão por mapas e lugares imaginários, destacando a influência de obras como “A Ilha do Tesouro”, de Robert Louis Stevenson, e “Cem anos de solidão”, de Gabriel García Márquez. Desde a infância, ele se encantou com mapas antigos, que considerava verdadeiros tesouros. Essa fascinação o transformou em um viajante da imaginação, preferindo explorar mundos fictícios a enfrentar a realidade das longas filas em aeroportos.

Em sua reflexão, o autor recomenda dois livros que alimentam essa viagem imaginária: “Dicionário de lugares imaginários”, de Alberto Manguel e Gianni Guadalupi, e “História das terras e lugares lendários”, de Umberto Eco. Ambos oferecem uma jornada por locais míticos, como a Atlântida e a Ilha de Avalon, permitindo que o leitor reviva a infância e a magia dos lugares que nunca existiram.

O autor também menciona a degradação de lugares reais, contrastando com a beleza dos mundos imaginários. Ele cita sua filha Kianda, que se referiu a Barra Grande, no Piauí, como um exemplo de um destino que ainda preserva a magia das memórias de infância. Lugares imaginários, ao contrário dos reais, não podem ser destruídos por desastres naturais ou pela especulação imobiliária, o que os torna eternos em sua essência.

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