Acusada de eugenia, a atriz Sydney Sweeney enfrenta um momento conturbado em sua carreira. O filme “Americana”, no qual Sweeney é protagonista, arrecadou apenas 840 mil dólares nas bilheteiras dos Estados Unidos, uma média de 763 dólares por cinema. A trama, que segue a história de uma garçonete aspirante a cantora country, não conseguiu atrair o público.
A polêmica envolvendo a atriz começou com uma campanha publicitária da marca American Eagle, onde um trocadilho entre “jeans” e “genes” gerou críticas. No anúncio, Sweeney menciona que “genes são passados de pai para filho”, o que foi interpretado como uma alusão à eugenia, uma teoria que defende a manipulação genética para promover a “pureza racial”. Essa associação trouxe à tona questões históricas delicadas, especialmente em um contexto onde a eugenia foi utilizada para justificar atrocidades.
Além disso, a situação se complicou com a revelação de que Sweeney é filiada ao Partido Republicano desde 2024, ano em que ocorrerá a disputa eleitoral entre Kamala Harris e Donald Trump. Nas redes sociais, a atriz tem recebido uma mistura de apoio e críticas. Comentários como “sua carreira acabou” e “nós não esquecemos, Sydney” contrastam com mensagens de apoio, como “a América ama a Sydney”.
Com a carreira em um momento delicado, Sweeney precisa lidar com as repercussões de suas escolhas pessoais e profissionais, enquanto “Americana” luta para conquistar o público nas telonas.
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