A startup de inteligência artificial Anthropic, cofundada por Daniela Amodei, adotou um jacaré albino de 30 anos como mascote. O animal, chamado Claude, é uma estrela local em São Francisco, onde a empresa está localizada. A escolha do nome do chatbot da Anthropic, também chamado Claude, homenageia o pioneiro em IA Claude Shannon.
Recentemente, a Anthropic decidiu patrocinar o recinto do jacaré, que vive na Academia de Ciências da Califórnia, e começou a transmitir sua imagem ao vivo. A ideia surgiu após a crescente popularidade do animal entre os funcionários, que passaram a integrar o jacaré à cultura da empresa. Telões na sede exibem a transmissão 24 horas por dia, e emojis personalizados de jacaré são usados frequentemente nas comunicações internas.
A devoção ao mascote é tamanha que a festa anual da Anthropic, avaliada em US$ 183 bilhões, foi realizada na academia onde Claude reside. A empresa também considerou a criação de uma experiência de IA para interagir com os fãs do jacaré, mas a proposta levantou preocupações sobre a confusão que poderia causar entre as crianças, que poderiam pensar que estavam conversando diretamente com o animal.
Margaret Vo, chefe de educação de usuários da Anthropic, destacou a sinergia entre o chatbot e o jacaré, afirmando que ambos despertam curiosidade e tornam temas complexos mais acessíveis. A relação entre a tecnologia e o mascote reflete a cultura inovadora da Anthropic, que busca unir diversão e aprendizado em suas iniciativas.
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