O grupo sul-coreano NewJeans enfrentou uma reviravolta em sua batalha legal contra a gravadora ADOR, subsidiária da HYBE. Em uma decisão recente, o Tribunal Central de Seul determinou que o contrato do grupo permanece válido até 2029, rejeitando a alegação de que a saída da CEO Min Hee-jin violou o acordo. A corte afirmou que a remoção de Min não criou um vácuo gerencial que impedisse a gravadora de cumprir suas obrigações.
Durante o processo, NewJeans alegou que a saída de Min justificava a rescisão do contrato, mas o tribunal discordou. A decisão destacou que a confiança pessoal dos membros em Min não era suficiente para considerar a manutenção de sua posição como uma obrigação fundamental do contrato. Além disso, acusações de bullying e vazamento de vídeos foram igualmente rechaçadas.
Recurso e Novos Planos
Após a decisão, NewJeans anunciou sua intenção de recorrer. O grupo, que já tentou relançar-se sob o nome NJZ, afirmou que a relação de confiança com a ADOR foi irreparavelmente danificada, tornando impossível continuar suas atividades normais sob a gravadora. Os representantes legais do grupo expressaram esperança de que o tribunal de apelação reexaminasse os fatos e chegasse a uma conclusão justa.
A HYBE, por sua vez, reafirmou seu compromisso com a gestão do grupo e anunciou que está finalizando preparativos para um álbum completo e futuras atividades. O porta-voz da gravadora enfatizou que o resultado do julgamento deve servir como uma oportunidade para os artistas refletirem sobre a situação.
Com a continuidade da disputa legal, o futuro de NewJeans e suas atividades artísticas permanecem incertos, enquanto o grupo busca novas direções em meio a um cenário conturbado.
Entre na conversa da comunidade