Michael Jackson continua a ser o artista mais lucrativo após a morte, liderando a lista da Forbes das Celebridades Mortas Mais Lucrativas de 2025. O espólio do Rei do Pop arrecadou US$ 105 milhões (R$ 567 milhões) nos últimos 12 meses, consolidando sua posição ao longo de 25 edições do ranking.
Desde a sua morte em 2009, Jackson acumulou impressionantes US$ 3,5 bilhões (R$ 18,9 bilhões). Esse sucesso é atribuído a várias fontes de receita, incluindo royalties de músicas, licenciamento de marca e a venda de direitos de seu catálogo musical. Em 2024, o espólio vendeu 50% de seus ativos para a Sony por US$ 600 milhões (R$ 3,24 bilhões), garantindo uma maior parcela dos royalties futuros.
Dominância Musical
A lista deste ano mantém a predominância de artistas musicais, com 10 dos 13 primeiros lugares ocupados por músicos. Juntos, eles arrecadaram US$ 541 milhões (R$ 2,92 bilhões) antes de impostos. Além de Jackson, Dr. Seuss, que faturou US$ 85 milhões (R$ 459 milhões), e Richard Wright, com US$ 81 milhões (R$ 437,4 milhões), também se destacam.
Novidades incluem artistas que venderam seus catálogos, como The Notorious B.I.G. e Miles Davis, que encontraram grandes pagamentos no mercado. O espólio de B.I.G. gerou US$ 80 milhões (R$ 432 milhões) com a venda de parte de seus direitos, enquanto Davis arrecadou US$ 21 milhões (R$ 113,4 milhões) com a aquisição de seu catálogo.
Perspectivas Futuras
O apelo global da música pop e a capacidade de gerar receitas residuais continuam a ser fatores cruciais para o sucesso dos espólios. Jackson, por exemplo, possui uma turnê temática em Las Vegas, que ultrapassou 5.000 apresentações e deve continuar a gerar lucros. O lançamento de um filme biográfico sobre sua vida está previsto para 2026, prometendo ainda mais receitas futuras.
A lista de celebridades mortas mais lucrativas revela como os direitos de propriedade intelectual e o licenciamento de marcas permanecem como fontes significativas de renda, mesmo anos após a morte dos artistas. O sucesso contínuo de Jackson e de outros ícones musicais mostra que a indústria do entretenimento ainda encontra formas inovadoras de monetizar legados.
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