O 61º Festival de Arte de Veneza será realizado integralmente de acordo com a visão de sua curadora, Koyo Kouoh, falecida em maio de 2025. A decisão é tomada pela gestão da Bienal, com o apoio da família, mantendo o projeto tal como foi planejado pela curadora.
Kouoh nasceu em Douala, Camarões, e foi diretora executiva do Zeitz MOCAA, em Cape Town. A 61ª Bienal é marcada pela expectativa de simbolizar a presença de uma curadoria africana à frente do evento, após a edição de 2024, curada por Adriano Pedrosa, que atraiu cerca de 700 mil visitantes.
A Bienal informou que a mostra será completada pela equipe central de Kouoh, incluindo Gabe Beckhurst Feijoo, Marie Hélène Pereira e Rasha Salti, com o apoio da família. Detalhes adicionais devem ser anunciados em Veneza, em fevereiro, incluindo a lista de artistas e o layout expositivo.
Equipe responsável e continuidade do projeto
O anúncio descreve que a curadoria foi desenvolvida de forma extensa por Kouoh, com definição de enquadramento teórico, seleção de artistas e colaboradores de catálogo, identidade gráfica e design espacial.
A gestão reforça que tudo o que será visto corresponde ao trabalho realizado pela curadora e que a equipe de Kouoh manterá o plano original, sob supervisão conjunta de Feijoo, Pereira e Salti.
A imprensa da Bienal acrescenta que o projeto seguirá os fundamentos traçados pela curadora, buscando manter o festival como referência internacional de arte contemporânea.
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