No CMA Awards desta edição, o desfecho teve uma apresentação de alto perfil entre gêneros: o rapper de Dallas BigXthaPlug e o astro da música country Luke Combs performaram Pray Hard, fechando o show. O momento foi visto como sinal de aceitação mais ampla pelo mainstream e pelo sistema de Nashville.
BigXthaPlug lançou, em agosto, o álbum de collabs I Hope You’re Happy com estrelas da country. Breland comenta que há uma diferença na recepção de artistas não-country, citando Beyoncé como exemplo de artista que não recebeu o mesmo trato institucional. A avaliação dele aparece em entrevista ao podcast Nashville Now, da Rolling Stone.
O músico aponta que o formato de colaboração e a forma de “jogar o jogo” determinam a abertura das instituições locais. Segundo Breland, BigXthaPlug chegou com sucesso a parcerias locais e expandiu a atuação, whereas Beyoncé optou por estratégia distinta ao criar Cowboy Carter, o que, na leitura de Breland, influenciou a recepção na Music Row.
Repercussões e temas recentes
O diálogo também aborda o uso de IA na música e impactos sobre a criação artística. Breland comenta sobre os riscos de substituição de processos criativos e a necessidade de salvaguardas. O episódio ainda menciona um concerto privado de Keith Urban em Mar-a-Lago, com presença do ex-presidente, incluindo o contexto público da agenda do artista.
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