Let It Die: Inferno, sequência de Let It Die (2016), chega com foco em PVEVP e monetização via microtransações. A desenvolvedora Supertrick Games confirmou o uso de IA generativa em várias áreas, desde imagens de fundo até vozes, música e arte, mas afirma que o conteúdo é revisado por humanos.
Segundo a empresa, a IA foi empregada de forma contida: apenas partes de pôsteres e artes de fundo, alguns vídeos InfoCast e trechos de vozes e música. O restante foi recriado ou redesenhado pela equipe, com o material final sendo editado manualmente.
A implementação inclui também uma faixa musical gerada por IA, chamada Iron Perch BGM, com a maioria dos stems depois reeditados ou refeitos pela equipe. A justificativa apresentada é evitar problemas de direitos autorais, mantendo a estética do jogo dentro de seu mundo.
Desempenho e monetização
Let It Die: Inferno foi lançado em 3 de dezembro para PS5 e PC, com preço de US$ 25. Agora, a monetização envolve itens de cura e cosméticos, sem armas ou armaduras nos microtratamentos. O formato é mais próximo de um shooter extractivo do que do original.
Reação dos jogadores
A mudança de foco para PVEVP gerou discordâncias entre fãs do título original, que esperavam um retorno mais próximo do online asymétrico. Alguns participantes reclamam da integração menor de cooperação entre jogadores e controversos aspectos de preço. Outros defendem o jogo, destacando que a IA está presente em pequena escala e que é possível evitar confrontos, também apontando que a experiência varia conforme o estilo de jogo.
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