Os documentos oficiais indicam que o juiz da condicionalidade civil de Los Angeles, Ian Fusselman, negou o novo julgamento no caso entre Cardi B e Emani Ellis. A decisão manteve o veredicto a favor da cantora, proferido em setembro.
Ellis alegou agressão física em 2018, por uma suposta arranhadura no rosto durante encontro com Cardi B fora de um consultório em Beverly Hills. A promotora do caso pediu reexame com base em testemunhas não reveladas a tempo.
O tribunal afirmou que não houve base para invalidar o veredito unânime. Fusselman descartou a alegação de intimidação de jurados relacionada a um incidente envolvendo uma caneta fora do tribunal.
O incidente com a caneta ocorreu quando Cardi B, ainda grávida na época, foi questionada pelo blogueiro Donat Ricketts sobre a gravidez. Um vídeo mostrou a cantora dizendo Stop disrespecting me durante a cena.
Ricketts declarou que a caneta teria ricocheteado no chão e atingido-o, e que um jurado teria visto o episódio. A defesa argumentou que não houve impacto na decisão judicial.
Fusselman lembrou que Ellis pedia instruções ao júri para mencionar o episódio. O juiz afirmou que não há evidência de que o acontecido tenha influenciado as deliberações, que duraram cerca de uma hora.
O veredito de 2 de setembro manteve Cardi B vitoriosa. A defesa argumentou que as ações de Ellis não comprovam agressão física, apenas confronto verbal. O caso faz parte de históricos de vitórias judiciais da artista.
Fusselman também anunciou que pode aplicar sanções a Rosen Janfaza, advogado da parte autora, por conduta durante o julgamento, incluindo o uso de alegações não comprovadas sobre testemunhas. O processo continua nos autos.
Cardi B já acumula vitórias anteriores em casos de difamação, como contra Latasha Kebe (Tasha K). Em outros litígios, a artista também obteve decisões favoráveis ligadas a ações envolvendo libelo.
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