O segundo post do Blog Por Trás da Página detalha como as capas da Super escondem mais do que aparentam, revelando um processo colaborativo de criação. A matéria enfatiza que nenhuma imagem nasce de forma isolada, mas por meio de várias mãos.
Relembrando a edição de 2018, a capa da edição 395 parecia um ursinho de pelúcia, porém era uma escultura artesanal, composta com participação de designers e diretores. O recurso criativo chamava atenção pela ilusão de leitura.
A produção atual repete a ideia com uma coelha de balões, feita de forma DIY, com improvisos e testes. O projeto envolve estagiária, universitários, Luiz F. Pilato e Eduardo Dulla, além da etapa de pós-produção para chegar ao clique final.
Bastidores da nova capa
A diretora de arte contou com a aprovação do editor-chefe e da repórter antes de iniciar. Rafaela Reis, estagiária, ajudou a selecionar tutoriais de balões, buscando modelos que combinassem com o conceito.
Inicialmente, houve dificuldade com o tamanho dos balões canudos, que variava entre Brasil e Rússia. Para manter a estabilidade, a equipe optou por dividir o coelho em partes e montá-lo no estúdio.
Buscas por escultores de balão em São Paulo foram feitas para viabilizar o ensaio no estúdio e evitar problemas de transporte. Ao final, meus ajustes na cor e no formato, somados à contribuição de Pilato, resultaram na versão final.
O também colaborou com a edição de imagem na pós-produção, ajustando cores, formas e detalhes. O resultado final foi registrado pela produção e está presente na reportagem completa da Super.
Entre na conversa da comunidade