Perry Bamonte, músico de The Cure, morreu aos 65 anos após uma doença de curso curto, em casa, durante o período de Natal. A banda anunciou a morte em seu site oficial na sexta-feira. A confirmação veio acompanhada de uma homenagem aos atributos criativos e humanos de Bamonte, conhecido como Teddy pelos colegas.
Bamonte começou na equipe de turnê como roadie e técnico de guitarra entre 1984 e 1989, antes de se tornar membro em tempo integral em 1990, quando Roger O’Donnell deixou o grupo. Assumiu instrumentos como guitarra, baixo de seis cordas e teclado, após a estreia comercial da banda com Disintegration.
Ao longo da carreira, Bamonte participou de álbuns importantes, incluindo Wish (1992), que trouxe hits como Friday I’m in Love e High, além de Wild Mood Swings (1996), Bloodflowers (2000) e o álbum homônimo de 2004. Em 2005, Robert Smith afastou-o do grupo, após atuar em mais de 400 shows em 14 anos.
O músico voltou a tocar com The Cure em anos recentes, promovendo o retorno com 90 apresentações em 2022. Em 2019, Bamonte foi incluído no Rock and Roll Hall of Fame ao lado dos demais integrantes da banda. Sua última apresentação ocorreu em 1º de novembro de 2024, em Londres, durante o lançamento do álbum Songs of a Lost World.
Carreira e legado
O show de Londres em 2024 ficou registrado no filme The Cure: The Show of a Lost World, lançado mundialmente nos cinemas neste mês e disponível em Blu-ray e DVD. Bamonte é lembrado pela comunidade musical como parte crucial da trajetória da banda, contribuindo para o som ao longo de várias fases.
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