Astrid Fontenelle, aos 64 anos, relembra episódios de machismo vividos ao longo de quatro décadas de carreira. Em entrevista à Revista Quem, a apresentadora destacou a evolução e os assédios que enfrentou em diferentes momentos.
Ela recorda uma situação marcante no início da carreira, quando trabalhava em uma redação predominantemente masculina. Um diretor a chamou de burra no registro de ponto, o que revelou o ambiente tóxico que existia na época para mulheres no jornalismo.
Em outra passagem, Astrid relata ter enfrentado assédio recente no aeroporto, enquanto gravava o programa Partidas e Chegadas. A apresentadora admite ter ficado sem ação no momento, mas ressalta que a experiência reforça a necessidade de atenção e apoio entre mulheres.
Experiências de machismo
Ao longo dos anos, a comunicadora ficou conhecida por pautas feministas, inclusive ao frente do Saia Justa. Ela aponta que o debate ganhou visibilidade, mesmo com episódios de desrespeito ainda presentes no cotidiano profissional.
Novo ciclo em 2026
Com o fim do contrato com o GNT, Astrid projeta 2026 com mudanças criativas. Ela afirma que o fim de contratos pode abrir espaço para novas propostas, mesmo que tenha sentido satisfação com conteúdos anteriores como Admiráveis Conselheiras e Chegadas e Partidas.
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