O domingo de homenagem a Bob Weir reuniu fãs de Grateful Dead em São Francisco, especialmente no Haight-Ashbury, onde o músico era lembrado por meio de encontros, canções e memória viva da contracultura. Os participantes prestaram tributo em locais ligados à banda.
No dia 11 de janeiro, moradores e visitantes caminharam pela região de Haight e Ashbury, perto do 710 Ashbury Street, casa histórica da banda entre 1966 e 1968. Roseiras adornaram a entrada, símbolo de uma era que ainda inspira peregrinações.
Entre os presentes, esteve Daniel Lurie, prefeito de São Francisco, que elogiou a contribuição de Weir para a cidade. As declarações públicas destacaram o impacto cultural e comunitário do músico.
A homenagem também reverenciou nomes ligados à estética dos Dead, como Ken Kesey, idealizador dos Acid Tests, e Stanley Mouse, artista de pôsteres psicodélicos. Tributos foram lembrados em memoriais ao longo da região.
O 710 Ashbury permanece hoje como residência privada, mas continua ponto de peregrinação para fãs. A proximidade com Golden Gate Park, onde Weir encerrou shows com Dead & Company, reforça o caráter simbólico do local.
Outros espaços da cidade abriram caminhos para recitais e encontros, incluindo o Great American Music Hall, no Tenderloin, que celebra Weir com referências à canção Cassidy, coescrita por ele. A cena musical local manteve o espírito de celebração.
Sessões coletivas se formaram em várias esquinas da Haight, com cantos compartilhados e lembranças de uma época que moldou a identidade da cidade. Os encontros destacaram a continuidade do legado artístico de Weir e dos Dead.
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