Nos Globos de Ouro, a fala de Mark Ruffalo se destacou como momento mais marcante da cerimônia. O ator revelou, em entrevista no tapete vermelho, que não se sentia bem diante das notícias do dia sobre violência e injustiça. Ele citou a morte de uma mulher chamada Renee Good nas ruas dos EUA.
Ruffalo comentou que, apesar de apreciar o evento, não poderia fingir que as questões que assolam o país não existiam. Outros convidados também vestiram o adesivo Be Good, como Jean Smart, Ariana Grande, Wanda Sykes e Natasha Lyonne.
O momento ganhou repercussão nas redes e motivou debates sobre ativismo de artistas em eventos de entretenimento. O ator tem histórico de atuação como ativista, mantendo posições públicas em várias causas ao longo da carreira.
Entre as ações recentes, Ruffalo assinou uma carta pedindo a restauração imediata de serviços de saúde na Faixa de Gaza, ampliando o foco para temas humanitários além do cinema.
No âmbito profissional, Ruffalo soma projetos variados, destacando o equilíbrio entre obras de impacto social e produções de grande público, sem abrir mão de causas que defende.
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