A Acadêmicos de Niterói abriu o carnaval do Rio de Janeiro desfilando no primeiro dia, neste domingo, 15 de fevereiro. A escola lançou seu samba-enredo em tom de homenagem ao presidente Lula, gerando debate entre torcidas e críticos. A abertura ocorreu na Sapucaí, com a ausência de Janja, esposa do presidente, em um dos carros oficiais.
Durante o desfile, a agremiação precisou ajustar a apresentação sem a presença de Janja nos carros ligados à homenagem. Os detalhes do enredo foram recebidos com reações diversas, refletindo o costumeiro temperamento do público nos desfiles. A escola, que subiu do Grupo de Acesso, buscava marcar posição no dia inaugural.
Em meio ao clima festivo, observadores destacaram que a Acadêmicos de Niterói enfrenta um histórico delicado: nos últimos 35 carnavais, as primeiras escolas a desfilar viram rebaixamento para a chamada série B em grande parte das edições. A pergunta que fica é se a história se repetirá neste ano.
Contexto da maldição e impactos potenciais
Especialistas apontam que a condição de primeira a desfilar nem sempre é garantia de sorte ou punição, mas o padrão recente preocupa torcidas e gestores. A repercussão da homenagem ao presidente Lula é acompanhada pela expectativa de resultados das próximas apresentações e decisões de jurados.
A imprensa local acompanha a evolução de desfiles e a leitura do samba-enredo pela comissão de frente, pela escola e pelos músicos. Ainda não há vereditos oficiais sobre impactos diretos no resultado, que será divulgado ao longo do carnaval.
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