Liam St. John está abrindo caminho no mundo da roots music com o álbum Man of the North. O trabalho, marcado pela crueza vocal, surge após a assinatura com a gravadora Big Loud Rock. O músico é de Washington, criado no leste do estado, com a mãe solo e duas irmãs.
Os dois álbuns anteriores, Stripped Back (2022) e All the Bad Things (2023), já apresentavam um St. John em registro de blues com faixas gravadas em takes únicos. O single Dipped in Bleach ganhou destaque nas playlists de roots e blues e chegou ao topo de charts de blues na Apple Music.
A trajetória dele inclui mudança para Nashville, mantendo a raiz blues. Antes de Man of the North, ele lançou trabalhos que moldaram sua identidade sonora, sem migrar para o country, apesar de o movimento ser frequente na cidade.
Colaborações e gravação
Para o novo álbum, St. John reuniu músicos de estúdio e ensaiou com eles por algumas semanas. O objetivo foi manter o timbre cru e a voz direta como marca do projeto, ainda que em formato de banda.
O disco marca a estreia dele em estúdio com banda fixa, após focar em gravações solo. A produção priorizou preservar a honestidade vocal do artista, sem abrir mão da força do groove.
Entre os convidados, o álbum traz a participação de Houndmouth em Devil in Disguise e Molly Tuttle em Greyhound Bus Blues. Tuttle também subiu ao palco no show de lançamento para dividir vocais na faixa.
Turnê e próximos passos
A agenda atual inclui uma viagem pela Europa em março para o festival C2C (Country to Country). Em abril, ele se apresenta no Grand Ole Opry, após a estreia no palco em novembro.
Planeja-se uma extensa turnê pelos EUA e a produção de outro álbum ainda em 2026, caso tudo se alinhe. St. John afirma buscar crescer musicalmente e ampliar a presença ao vivo.
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