Harry Styles lança em breve o projeto Kiss All The Time. Disco Occasionally. Em antecipação, a Rolling Stone revisita a trajetória do artista nesta edição do programa Rolling Stone Music Now, destacando o episódio dedicado a Aperture e a visão sobre sua carreira solo.
O podcast, apresentado por Brian Hiatt, reúne a análise de Rob Sheffield sobre como Styles abriu um novo caminho para o pop desde o fim dos One Direction. O artista explorou influências que vão do britpop ao rock clássico, passando por referências indie, em diferentes fases da carreira.
Segundo o episódio, desde o primeiro álbum, Styles tem seguido uma linha própria no pop, distinta de tendências. Entre os discos, aparecem transições que vão da estética das baladas ao retrô dos anos 80 e faixas com ou sem núcleo funky, mantendo uma identidade marcada.
A conversa também compara o impacto de Styles ao de artistas que ocuparam lacunas deixadas pela ausência de grandes nomes. A referência é Elvis Presley, cuja volta à carreira em 1960 depois do serviço militar é usada para situar a posição de Styles no cenário pop atual.
A análise sugere que, no intervalo entre este e o próximo lançamento, a construção de público de Styles se deu ao longo de quatro anos, com audience que absorve mudanças estéticas sem perder a base de fãs. O episódio também aborda possíveis direções para shows ao vivo e novas propostas sonoras.
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