Todo Carnaval chegou ao fim e o desafio da Grande Rio em 2026 ficou evidente. Virgínia Fonseca ocupou o posto de rainha de bateria, com a escola de Caxias passando por bastidores tensos após a folia. A performance não foi suficiente para evitar críticas internas sobre o desfile.
Fabricio Machado de Lima, mestre da bateria, recebeu críticas após a apresentação e encerrou o período com o perfil da rede social com comentários desativados e fotos removidas. A queda de pontos nas notas dos jurados também foi apontada, segundo apuração de bastidores.
Thainá Oliveira, musa da agremiação e filha do presidente de honra Helinho de Oliveira, comentou que o Carnaval não saiu como o esperado, mas servirá de aprendizado para 2027. O comentário foi ouvido entre integrantes da escola.
Virgínia Fonseca permanece ligada à Grande Rio para 2027. Ainda segundo a imprensa, a influenciadora deve retornar como rainha de bateria, com a relação entre a escola e a empresária WePink mantida para ações futuras. A temporada de 2026 continua sob avaliação interna.
Controvérsias e desdobramentos
Em meio aos rumores, Thainá Oliveira negou veemente a ideia de que houve pagamento de 15 milhões de reais para garantir o cargo de rainha de bateria. Ela afirmou que tais relatos não correspondem à realidade da parceria entre influenciadora e a escola. A afirmação foi compartilhada antes do Carnaval de 2026.
Questionamentos sobre a relação comercial envolvendo o perfume da WePink também foram discutidos entre membros da comunidade da Grande Rio. A direção da escola não confirmou números, mantendo o assunto sob investigação interna.
Apesar das controvérsias, a musa reiterou que Virgínia deverá participar novamente da Grande Rio em 2027 e que o objetivo é ampliar a participação da influenciadora na comunidade da escola. O posicionamento foi apresentado como parte do planejamento para o próximo ano.
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