Hassan Smith, executivo da indústria do entretenimento e gerente de John Legend, também é colecionista ativo de arte negra pós‑guerra e contemporânea. Em sua passagem por Frieze Los Angeles, ele falou sobre a última aquisição, seus museus preferidos e planos para o mercado.
O colecionador integra o conselho consultivo da Atlanta Art Fair e mantém uma coleção que inclui artistas como Frank Bowling, Sam Gilliam, Gordon Parks e Rashid Johnson. Além disso, reúne obras de Pablo Picasso e Rembrandt, evidenciando interesse histórico e contemporâneo.
Aquisições e decisões rápidas
Antes de Frieze Los Angeles, Smith abriu espaço para uma nova aquisição, um quadro de Patrick Eugène, artista recentemente escolhido pela Dior para a parceria Lady Art. A compra veio após um processo de decisão rápido, guiado pela intuição e por conversas na sua rede.
Outras obras marcantes em sua trajetória incluem fotografias de Gordon Parks adquiridas em 2010, que moldaram sua visão sobre narrativa na arte. A peça mais recente é uma pintura de grandes dimensões do artista Patrick Eugène.
Registros de escolhas e preferências
Entre as obras que não conseguiu levar para casa, Smith cita Titus Kaphar, Amy Sherald e Lynette Yiadom-Boakye como artistas cuja produção ganhou peso ao longo do tempo. Em termos de referência, ele aponta Kerry James Marshall, cuja obra de grande escala seria ideal para um museu de renome mundial.
Smith também compartilha onde gosta de comer durante eventos na região de Santa Monica, destacando Somerville, restaurante propriedade de Black community que celebra raízes do Sul da Califórnia.
Perspectivas e Oscars
Para o Oscar, o executivo está acompanhando com expectativa a atuação de Michael B. Jordan e de Ryan Coogler, projetando o impacto de suas conquistas no cenário internacional. O papel da arte contemporânea continua sendo peça central em suas escolhas de acervo.
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