Timothée Chalamet ficou no centro de uma controvérsia durante a semana passada após comentário sobre balé e ópera. O ator foi apontado como favorito ao Oscar de melhor ator por Marty Supreme, até que um trecho polêmico viralizou.
Em 21 de fevereiro, em evento conjunto da Variety e da CNN, ele disse que não gostaria de trabalhar com balé e ópera, formas de arte que, segundo ele, estariam morrendo e com as quais as pessoas não se importam. A fala repercutiu amplamente nas redes.
Repercussões imediatas
Whoopi Goldberg classificou a fala como desrespeitosa. Grandes casas de ópera, como o Metropolitan em Nova York e o Royal Ballet em Londres, citaram o caso em posts no Instagram. A ópera de Seattle ainda divulgou um cupom CHALAMET, com desconto de 14%.
A campanha de Chalamet ganhou contornos de debate público, com humoristas e artistas reagindo. A comediante Phoebe Robinson o criticou em tom ácido, ampliando o debate na internet. O episódio coincidiu com a reta final da votação do Oscar.
Contexto da temporada
Entre a imprensa dos EUA, há quem diga que as chances de Chalamet diminuíram após o episódio, embora alguns apontem que já havia sinais de desgaste. Em vez de uma campanha tradicional, ele priorizou aparições virais, podcasts e participações mais informais.
Este é o terceiro dal presságio de indicação ao Oscar de melhor ator para Chalamet. Ele chegou favorito após o Globo de Ouro e o Critics Choice, mas perdeu o foco em algumas premiações-chave.
O impacto real na campanha ainda é incerto. Alguns analistas indicam que o episódio não deve derrubar a trajetória de Chalamet, que mantém relevância de público e crítica, com projetos futuros já anunciados. O Oscar acontece neste domingo.
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