Phil Campbell, guitarrista de Motörhead por 31 anos, morre aos 64 anos
A banda Phil Campbell and the Bastard Sons anunciou, no último sábado, a morte de Philip Anthony Campbell. A mensagem afirma que ele faleceu após uma longa e corajosa batalha na terapia intensiva, após uma operação complexa.
A família descreve Campbell como marido dedicado, pai amoroso e avô carinhoso, conhecido como “Bampi”. O anúncio revela que ele foi muito querido por todos que o conheceram e que seu legado musical perdurará.
Carreira e legado
Natural de País de Gales, Campbell integrou a banda Persian Risk no final dos anos 70, antes de ser convidado por Lemmy para Motörhead em 1984, após a saída de Brian Robertson. O início com Motörhead foi em 1986, com o álbum Orgasmatron.
Ao longo de 31 anos, Campbell gravou 16 álbuns de estúdio com a banda e contribuiu com riffs em faixas como Deaf Forever, Eat the Rich e Born to Raise Hell. Ele se tornou o guitarrista de maior permanência no grupo, até a dissolução após a morte de Lemmy em 2015.
Vida após Motörhead
Após deixar Motörhead, Campbell lançou o álbum solo Old Lions Still Roar (2019) e, junto aos Bastard Sons, publicou três álbuns. O grupo chegou a marcar uma turnê europeia para este ano, mas a agenda foi cancelada por orientação médica a pedido de Campbell.
Reconhecimento e homenagens
Em 2020, Campbell foi incluído na lista de indicados ao Rock Hall of Fame após pressão de fãs, ampliando o reconhecimento aos integrantes que contribuíram com Motörhead além de Lemmy. Mikkey Dee, companheiro de banda, prestou homenagem nas redes sociais.
Reação de Mikkey Dee
Dee descreveu Campbell como o músico de rock mais talentoso com quem já tocou e destacou a parceria em 12 álbuns de estúdio. A mensagem também expressou solidariedade à família do guitarrista.
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