Paul McCartney, 83, afirmou que conseguiu reconstruir a amizade com John Lennon nos anos que antecederam a morte do ex-Beatle, em 1980. A relação, desgastada na separação dos Beatles, melhorou gradualmente na década seguinte.
A recuperação ocorreu dentro de um processo de aproximação gradual, com conversas sobre paternidade e rotina. Lennon havia tido Sean, e os encontros passaram a abordar temas simples do cotidiano, como filhos e atividades compartilhadas.
Reconciliação antes da morte
Segundo McCartney, o interesse comum por pequenas coisas ajudou a acalmar o convívio. Ele passava a visitar Lennon, fortalecendo o vínculo com os outros integrantes da banda, incluindo Harrison e Starr, em momentos de diálogo mais tranquilo.
Lennon foi assassinado em 1980, em Nova York, em frente ao edifício onde morava. McCartney afirma que a reconciliação foi um consolo significativo, pois não poderia prever como seria a relação caso ainda houvesse atrito.
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