Carlos Villagrán, o intérprete de Quico, fez duras críticas a Roberto Gómez Bolaños em entrevista ao canal Peluche En El Estuche, revelando tensões nos bastidores de Chaves. A fala aponta para um ambiente de disputas durante as gravações.
O ator afirmou que o clima no set era de muita inveja e peso entre os membros do elenco, contrastando com a leveza do humor apresentado na tela. Segundo ele, as relações fora das câmeras eram tensas.
A principal acusação envolve Bolaños, a quem Villagrán classifica como muito ciumento. Ele disse que Chespirito não tolerava que outros atores ganhassem mais destaque ou risadas que ele.
Conforme o relato, a birra criativa e o desejo de controle contribuíram para a saída de Villagrán do seriado no final dos anos 1970. Ele justificou que não aceitava que outros tivessem espaço criativo.
Apesar das críticas, o ator disse ter carinho pelo personagem Quico. Ele afirmou que amava o papel, mas que o ambiente por trás das câmeras era insustentável.
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