Luísa Sonza estreou no Coachella, nos Estados Unidos, no sábado (11), apresentando o projeto Brutal Paraíso no palco Gobi, do Empire Polo Club. A apresentação foi marcada pela estética brutalista com referências urbanas.
A participação surpresa de Emilia Mernes, amiga de longa data da cantora, contou com duetos nos singles Bunda e Motinha 2.0 (Remix). A colaboração reforçou a conexão de Sonza com o público latino presente no festival.
O show seguiu com direção criativa de Luísa e Flávio Verne. A apresentação teve fluxo contínuo, sem pausas, mantendo a intensidade do início ao fim. A estética foi crua e urbana, contrastando com figurinos expressivos e coreografias.
Coreografia e performance
A dança foi um pilar da apresentação, mesclando movimentos conhecidos da artista com novas estruturas coreográficas dirigidas por Flávio Verne. As cenas destacaram a energia de Loira Gelada e Santa Maculada.
A coreografia manteve o ritmo acelerado ao longo do espetáculo, com mudanças de tempo e impacto visual. A produção reforçou a narrativa de Brutal Paraíso por meio de movimentos coordinados com a trilha.
Repertório e conectores da carreira
O setlist trouxe o novo álbum Brutal Paraíso com foco central nas faixas recentes. Em paralelo, versões de fases anteriores aparecem para conectar passado e presente.
Entre os destaques, Luísa Manequim, Anaconda e Dona Aranha compuseram a parte nostálgica da noite. O encerramento contou com Telefone, faixa de maior debut brasileiro no Spotify neste ano.
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