Karol G realizou um feito histórico ao se apresentar como headliner de Coachella, tornando-se a primeira artista latina a comandar o festival. O show, no fim de semana, foi marcado por uma performance enérgica, presença de palco marcante e mensagens de empoderamento.
A produção contou com um palco formidável, composto por uma caverna de pedra em três níveis. A montagem atrasou o início em cerca de 25 minutos, enquanto a equipe finalizava detalhes. O público respondeu com cantos e bandeiras de várias regiões da América Latina.
Desfecho e momentos-chave
A narrativa da apresentação, contada em espanhol com legendas em inglês, mostrou uma menina que rompe com expectativas sociais para encontrar sua voz. Ao soar a música, fogo e jatos de chama abriram a apresentação de Latina Foreva, com dançarinos principalmente do sexo feminino.
A lista de convidados incluiu Mariah Angeliq, Becky G, Greg Gonzales e Arturo Sandoval, além de participações de Wisin e da Mariachi Reyna de Los Angeles. Entre os artistas que acompanharam no público estavam Young Miko, Lizzo, Camila Cabello e Becky G.
Ao longo de mais de 90 minutos, Karol G apresentou 20 músicas, incluindo TQG e Amargura, além de uma versão de Mi Tierra de Gloria Estefan. A cantora também performou Ivonny Bonita, tema ligado a um alter ego interno, com palcos divididos em quatro áreas.
A apresentação contou ainda com uma performance de Proversa, encerrada com um remix de Tiesto, seguida por confete. Durante o show, a artista reforçou seu compromisso com a comunidade latina e mencionou a importância de representar o público latino nos Estados Unidos.
Antes do cover de Gloria Estefan, Karol G proferiu um discurso ressaltando a historicidade do momento e a responsabilidade de representar Latinos, destacando a presença de bandeiras latino-americanas no entorno e o orgulho da plateia.
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