O documentário Zico, o Samurai de Quintino retrata a trajetória do ídolo do Flamengo. O filme chega aos cinemas brasileiros em 30 de abril e já desperta interesse entre rubro-negros e fãs de futebol. A direção é de João Wainer e o material combina imagens de arquivo, registros inéditos e depoimentos.
Conduzido também pela esposa de Zico, a narrativa destaca a vida dentro e fora de campo, incluindo a visão da família. Entre os entrevistados estão Júnior, Carpegiani, Carlos Alberto Parreira, Ronaldo e o radialista José Carlos Araújo. Tradição e memória se cruzam com o universo do Flamengo.
As filmagens tiveram início em 2023, quando Zico completou 70 anos. As gravações passaram pelo bairro Quintino, no Rio de Janeiro, e seguiram até o Japão, onde o ex-jogador atuou como treinador. O acervo pessoal reúne fitas VHS, Super-8 e itens históricos.
Conteúdo e registros históricos aparecem em camadas, com a camisa da final do Mundial de 1981 entre as peças valorizadas. O filme utiliza gols escritos e outros materiais que ajudam a construir a linha narrativa. O objetivo é revelar a personalidade do jogador.
A direção reforça uma linha interpretativa centrada no Zico, destacando características marcantes. A equipe de produção explica que o conflito não é externo, mas interno, conectando fases da carreira e escolhas da vida.
Produção e parcerias envolvem Vudoo Filmes e Guará Entretenimento, com coprodução da Globo Filmes, SporTV, Pontos de Fuga e Investimage. Patrocinam o projeto Sicoob, Tim e Austral, além da contribuição do Flamengo para conteúdos e acervos.
O elenco de apoio reforça a dimensão histórica, com participação de entidades e familiares. A obra propõe uma leitura cinematográfica da carreira do atleta, mantendo o foco na precisão factual e na preservação da memória do clube.
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