A Disney informou a demissão de mais de 1.000 funcionários, em várias áreas, incluindo Marvel Studios. As reduções atingiram especialmente equipes de desenvolvimento visual, produção de filmes e séries, finanças e questões legais. A medida visa “agilizar operações”.
Um memorando interno, assinado pelo novo CEO Josh D’Amaro, explica que os cortes decorrem do ritmo acelerado do setor e da necessidade de uma força de trabalho mais ágil e tecnologicamente capacitada. Segundo ele, haverá eliminação de cargos em várias partes da companhia.
Relatórios indicam que a fatia de desligados chega a cerca de 8% do total de funcionários. Ainda não há confirmação oficial sobre o montante exato nem sobre departamentos específicos com maiores reduções.
Reação e contexto
Especula-se entre fãs que a mensagem sobre uma força de trabalho “tecnologicamente habilitada” possa apontar para o uso de IA. No entanto, veículos de imprensa destacam que não houve confirmação de que as demissões tenham relação direta com IA.
A AMC e outras iniciativas de Marvel, que seguem preparando o próximo ciclo de filmes e séries do MCU, ainda não sinalizaram impactos diretos. O próximo título planejado é a fase seguinte, com lançamentos esperados para o período de fim de ano.
Perspectivas e próximos passos
Analistas ressaltam que a Disney tem buscado investimentos em tecnologia e IA nos últimos anos. Em 2023, a empresa realizou movimentos relevantes nesse campo, ainda que não confirmados como fator único das demissões.
Ainda não há confirmação sobre como as demissões afetarão a produção atual da Marvel ou o cronograma de estreias do MCU. A empresa não abriu detalhes adicionais sobre reestruturação ou planos de recontratação.
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