A nova produção de terror Maldição da Múmia, dirigida por Lee Cronin, chega sem Brendan Fraser no elenco e funciona como um reboot sombrio da saga original. O filme revisita o monstro clássico, mantendo uma pegada macabra, mas, segundo a crítica, se perde ao longo da narrativa.
A história acompanha um casal americano no Egito. Eles recebem a filha desaparecida, Katie, anos depois, em Albuquerque, Novo México, onde vivem. Katie retorna em estado deteriorado, abrindo caminho para uma série de acontecimentos possivelmente ligados a um ritual antigo.
A espécie de possessão que se segue envolve deslocamentos de Katie por espaços apertados, revelações perturbadoras e ações violentas contra familiares. O enredo expande-se por meio de uma detetiva egípcia, interpretada por May Calamawy, que busca compreender a origem do mal.
A produção aposta em efeitos práticos marcantes, com uma Katie que parece envelhecida e deteriorada. Cenas de impacto visual aparecem em sequências de sustos e grotescos, incluindo situações envolvendo a traqueia e um lodo sob um tapete.
Apesar dos seus acertos visuais, a narrativa é apontada como menos coesa que outros títulos da franquia. O filme investe em humor ocasional, o que, para alguns, enfraquece a tensão de família ameaçada pelo terror que surge de dentro de casa.
Elenco e abordagem
- A ausência de Brendan Fraser é destacada como mudança significativa para a recepção da obra.
- O foco recai sobre o casal Charlie e Larissa, com a filha Katie no centro do conflito.
Enredo e impacto
- A trama troca a ambientação clássica do Egito por uma estrutura doméstica com influências de possessão demoníaca.
- O clímax é descrito como confuso, sem concluir de forma contundente a linha do terror apresentada.
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