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Por que Margot Robbie desprezou Harley Quinn e depois a abraçou

De odiar Harley Quinn a empoderá-la: Robbie transforma a vilã em protagonista autônoma nas obras da DC, alinhando-a ao novo conceito de protagonismo feminino

Margot Robbie como Arlequina — Foto: Divulgação
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Margot Robbie tem sido uma atuação recorrente em Hollywood, com papéis que vão de patinadora impetuosa a boneca icônica da DC. Em menos de uma década, ela transitou entre personagens marcantes e projetos diversos, mantendo o foco na protagonista como motor da história. O movimento revela escolhas que priorizam complexidade e emancipação.

Inicialmente, a atriz rejeitou personagens que se definiam apenas pela ligação com papéis masculinos. A Arlequina, associada ao universo do Coringa, parecia encerrar esse objetivo. Robbie passou a enxergar a personagem como potencial empoderador, desde que houvesse voz própria e autonomia narrativa.

Ao longo de 2016, Robbie já defendia films em que a história avançasse pela protagonista. Em Esquadrão Suicida, ela trouxe uma leitura mais independente da vilã. A partir de Aves de Rapina (2020), a personagem ganhou emancipação explícita, com foco em uma trajetória própria.

A virada consolidou-se com O Esquadrão Suicida (2021), em que Arlequina atua ao lado de outras protagonistas, sem depender de um elo romântico. O ciclo recente reforça a visão da atriz: não aceitar papéis unidimensionais, mesmo em uma franquia. Robbie mantém o farol em mulheres empoderadas.

Evolução da personagem e impacto no trabalho de Robbie

Entre filmes, a intérprete de Barbie mantém a linha de personagens fortes, com protagonismo claro na narrativa. A trajetória de Arlequina é apresentada como exemplo de transformação criativa, que moldou escolhas futuras da atriz.

Leituras e concepção de empoderamento

Robbie explicou que o processo envolveu revisar a percepção inicial sobre Arlequina, reconhecendo a potência de uma personagem que não depende de homens para existir. A mudança de perspectiva abriu espaço para novas histórias dentro da DC.

Com o sucesso de Barbie, a atriz reforça o compromisso com figuras femininas complexas. A trajetória de Arlequina, desde relutância até a emancipação, é citada como marco de reinvenção artística ao longo de sua carreira.

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