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Rio de Sangue trata de narcotráfico, garimpo e amor materno no cinema

Drama de ação brasileiro aborda narcotráfico e garimpo na Amazônia; Patrícia volta à ativa para salvar a filha sequestrada

Alice Wegmann e Felipe Simas contracenando em Rio de sangue - (crédito: Divulgação )
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O cinema nacional recebe o thriller policial Rio de Sangue, dirigido por Gustavo Bonafé e Vanessa Veiga, com um elenco de peso, incluindo Giovanna Antonelli, Alice Wegmann e Felipe Simas. O filme chega aos cinemas com foco em ações de alto risco e tensão emocional, explorando o narcotráfico, garimpo e o amor materno.

A trama acompanha Patrícia Trindade, policial afastada que busca segurança no Pará e tenta reaproximar-se da filha Luiza, médica que atua entre comunidades indígenas. Tudo muda quando Luiza é sequestrada por garimpeiros, obrigando Patrícia a retornar à ativa para resgatar a filha.

A produção contou com depoimentos dos atores sobre a ambientação na Amazônia, que não funciona apenas como cenário, mas como elemento de presença e isolamento. As gravações trouxeram momentos de tensão, equilibrados por pausas que incluíram atividades no rio e nos igarapés.

Equipe e temática

Gustavo Bonafé afirma que o filme nasceu de uma proposta de ação genuinamente brasileira, com protagonista feminina e foco na invasão de terras indígenas. O elenco, segundo ele, foi escolhido para conferir legitimidade aos personagens e à dramaturgia.

A atriz Giovanna Antonelli comenta que a atuação exigiu entender o estado emocional da personagem, não apenas a força física. Já Alice Wegmann valorizou a experiência de filmar no Pará e a recepção da audiência local, destacando a colaboração da equipe.

Felipe Simas ressalta que o set precisava de alívio diante da tensão da história, encontrando na Amazônia um ambiente de apoio e confiança. O filme aborda questões como narcotráfico, garimpo ilegal e devastação ambiental, mantendo o foco no entretenimento com reflexos sociopolíticos.

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