O cinebiográfico Michael, que retrata a vida de Michael Jackson, não atingiu as expectativas da crítica internacional. Jaafar Jackson, sobrinho do artista, estrela o filme, que teve estreia de avaliações nesta semana. A produção é da Lionsgate, com equipe de produtores responsável pela direção do projeto.
As primeiras avaliações destacam falhas na profundidade de temas polêmicos, segundo críticos. O embargo de notas na Rotten Tomatoes foi acionado nesta terça-feira, 21, e o filme figura com 32% de aprovação da imprensa especializada.
Recepção crítica internacional
Nos Estados Unidos, algumas publicações foram mais indulgentes. O Hollywood Reporter elogiou o valor emocional da obra, sugerindo que fãs de épocas de sucesso do artista possam se sentir contemplados. O USA Today destacou a atuação de Jaafar Jackson, afirmando que ele captou a essência do tio.
Já na imprensa britânica, a reação foi majoritariamente negativa. BBC classificou o filme como telefilme insosso, The Guardian chamou a cinebiografia de insossa e ruim, enquanto o Independent descreveu a obra como risível. Empire apontou a ausência de temas sensíveis no roteiro.
Elenco e contexto de produção
Além de Jaafar Jackson, Juliano Krue Valdi interpreta o jovem Michael Jackson na fase do The Jackson 5. Colman Domingo atua como Joe Jackson, Nia Long como Katherine Jackson e Miles Teller como o advogado John Branca. O filme acompanha a trajetória desde Gary, na infância, até a consolidação mundial.
No Brasil, Michael chegou a cinemas de São Paulo e Rio de Janeiro na terça-feira, 23. O objetivo é permitir que o público avalie a narrativa sobre a trajetória do artista e sua influência na música pop. Resta saber se a produção manterá a bilheteria diante da recepção crítica.
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