O que se sabe sobre Emily Pellegrini, a modelo criada por IA, que atrai fãs de todo o mundo. A página de Instagram ostenta 123 mil seguidores em apenas quatro meses, com ganhos estimados em US$ 10 mil vindos de conteúdo erótico vendido na Fanvue. Milhares de fãs acompanham fotos e vídeos.
Quem criou Emily afirma ter usado inteligência artificial para montar a pessoa fictícia, com foco em traços considerados atraentes. O objetivo foi reproduzir uma figura realista e cativante, segundo relatos do criador à imprensa britânica.
Quando e onde ocorreu o fenômeno: o crescimento da conta aconteceu em um curto espaço de tempo no Instagram, com o perfil recebendo convites de encontros com atletas famosos, milionários e personalidades de alto perfil. Há menção a viagens para destinos de luxo, incluindo Dubai.
Como funciona a operação, conforme o próprio criador: ele investia longas horas desenvolvendo a imagem, depois reduziu para uma carga diária menor, mantendo a produção de conteúdo para venda em plataformas de conteúdo erótico. A narrativa ressalta que muitos seguidores acreditam ser uma pessoa real.
Desdobramentos e contexto: a história enfatiza que a identidade não existe no mundo real, apenas na tela como criação tecnológica. O tema levanta questões sobre autenticidade, uso de IA em redes sociais e impactos para o público consumidor.
Fontes: DailyMail; Perfil Brasil.
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