Em menos de um ano, uma pessoa começou a assistir às 15 temporadas de The Real Housewives of Beverly Hills em ritmo acelerado, totalizando cerca de 250 horas de televisão. A convivência com o parceiro expôs o hábito, que coexistiu com atividades como trabalho, encontros com amigos e passeios com o animal de estimação.
A fórmula da série, com ou sem mudanças de elenco, repete-se: apresentações das protagonistas, atividades de rotina, jantares contendedores e viagens em jatos particulares. Ao longo da temporada, há conflitos que vão desde brigas em restaurantes até revelações sobre relacionamentos.
Ao terminar a 15ª temporada, a sensação foi de alívio e receio: não ser mais cativo da atração, mas manter a dependência do programa. A atração, considerada relaxante por muitos, persiste mesmo com momentos polêmicos entre as protagonistas.
Fãs e alcance global
Personalidades públicas comentam o consumo da série, como o comediante britânico John Oliver, que destacou a dupla de Salt Lake City como exemplos extremos de entretenimento. Além dele, celebridades como Rihanna, Jennifer Lawrence e Michelle Obama já manifestaram interesse pela franquia.
Atualmente, o universo Real Housewives soma 11 atrações nos EUA e mais de 20 spin-offs internacionais, de Auckland a Dubai, passando por cidades como Capetown e Nápoles. Mesmo sem novos episódios, a programação tem potencial para manter o público ativo por anos.
Com a expectativa voltada para a 16ª temporada, os fãs aguardam novos desdobramentos entre as protagonistas e os cenários de luxo que moldam o formato do reality.
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