A cinebiografia Michael, dirigida por Antoine Fuqua, estreou mundialmente deixando claro o foco no legado artístico de Michael Jackson. Jaafar Jackson assume o papel do tio em cena central de cinema.
Durante a estreia em Los Angeles, ficou evidente a presença de boa parte da família Jackson, mas Janet Jackson não aparece na produção. A decisão foi tomada por ela, segundo a irmã La Toya Jackson.
La Toya disse que Janet foi convidada e recusou a participação, e que é necessário respeitar a vontade da artista. A atriz Jessica Sula interpreta La Toya na obra.
O diretor Fuqua comentou a ausência de Janet, destacando o apoio da família à estreia de Jaafar. Segundo o cineasta, o elenco celebra o legado do cantor.
Ausência de Janet e críticas à abordagem
A recepção envolve críticas à escolha de retratar apenas parte da história. Várias reportagens apontam para uma edição que evita controvérsias do passado de Michael.
Segundo a Variety, a produção passou por regravações caras, elevando o custo em cerca de US$ 15 milhões. O montante aproxima-se de 74 milhões de reais.
Mudanças no roteiro e contexto legal
Originalmente, o terceiro ato previa tratar de acusações de abuso infantil e reações de Michael às investigações, mas o roteiro foi reescrito. A remoção ocorreu após a identificação de uma cláusula jurídica.
A cláusula vinha de um acordo antigo com a família Chandler, impedindo a atuação de menores em filmes. A decisão gerou debates sobre o equilíbrio entre legado e controvérsia.
Repercussões entre familiares e fãs
Familiares e o espólio apontam que o filme celebra o talento de Michael, deixando de lado questões polêmicas. A obra é descrita como higienizada por críticos de cinema.
A produção gera discussões sobre o que fica ou não no roteiro. Enquanto alguns destacam a qualidade artística, outros pedem o tratamento mais completo de fatos históricos.
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