A Devil Wears Prada 2 chegou aos cinemas com uma premissa forte: a indústria da moda vive uma revolução, com o colapso do publishing tradicional e o aumento do peso de parcerias comerciais frente à editoria. A sequência, 20 anos após o filme original, foi lançada em Londres com evento de gala seguido.
A premiere ocorreu na National Gallery, com a festa em área reservada sob a obra The Execution of Lady Jane Grey. Meryl Streep retorna no papel de Miranda Priestly, alvo fictício de Anna Wintour, vestindo um casaco vermelho da Prada e óculos pretos, em referência ao título do filme. Vestidos de editores de revistas de moda de Espanha, Alemanha e Holanda marcaram presença.
O enredo acompanha Priestly tentando guiar a Runway diante do declínio do impresso. Detalhes do filme seguem sob embargo, mas relatos de presentes no evento descrevem a trama como bastante direta, tocando em temas sensíveis para o setor. A direção é de David Frankel, que aponta mudanças profundas no setor.
No mundo real, o filme exibe a ascensão de peças de luxo emprestadas e participações especiais de Marcadores da indústria, como Versace. A narrativa trabalha a transição da imprensa para formatos digitais e as novas parcerias comerciais que redefinem o poder editorial.
A divulgação destaca ainda o retorno de figuras centrais da moda com novas dinâmicas de poder. Emily Blunt, no papel de Emily Charlton, migra de revista para marca de luxo e passa a influenciar decisões antes dominadas apenas por editores. A relação entre mídia e patrocinadores ganha novo peso.
A cobertura de imprensa da estreia também reforça a influência de nomes como Anna Wintour. Em capa de Vogue neste mês, ao lado de Streep e fotografadas por Annie Leibovitz, Wintour simboliza a permanência de liderança feminina na indústria, ainda que o cenário tenha mudado.
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