Anne retornou aos cinemas com a sequência de O Diabo Veste Prada, lançada nesta quinta-feira (30) no Brasil. O retorno de Meryl Streep e Anne Hathaway coloca novamente Miranda Priestly e Andy Sachs em foco, diante de mudanças no mercado de moda e no consumo de notícias.
A produção traz Molly Rogers como designer principal de figurinos, buscando manter o legado do primeiro filme com peças atemporais que dialoguem com o presente. A ideia é criar roupas duradouras, que resistam às tendências dos próximos anos.
Ao todo, Hathaway teve mais de 47 trocas de figurino, incluindo itens como coletes, blazers e calças de cintura alta. A personagem viaja pelo mundo, coletando peças em brechós e lojas vintage durante suas missões.
Streep acumulou cerca de 28 mudanças de visual para as cenas da nova trama, com referências a ícones da moda. A equipe buscou manter a silhueta clássica, trabalhando a partir de um uniforme que funciona há décadas.
Entre os destaques, a equipe de figurino incluiu momentos de contraste high-low, como uma peça adquirida pela própria atriz em uma rede de farmácias. O objetivo foi equilibrar tradição e atualidade no guarda-roupa da editora.
Figurinos e escolhas criativas
A designers destacam o cuidado em não deixar as peças duplicarem tendências passageiras. A ideia foi ressaltar a evolução da personagem sem perder a essência do universo Runway, criada no filme original.
A produção revela ainda a participação direta de Streep em vários looks, com ajustes que valorizam a peruca usada pela atriz. A escolha final buscou harmonia entre presença de cena e elegância do conjunto.
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