Com a aproximação do show de Shakira no Brasil, marcado para o próximo sábado, 2, na praia de Copacabana, brasileiras que dividem o nome com a artista comentam como a cantora inspira suas vidas. O relato evidencia desde homenagens familiares até a busca por originalidade.
Dados do IBGE, referentes ao censo de 2022, indicam 393 pessoas com o nome Shakira no país, além de variações como Shaquira, Chaquira, Chakira e Shakyra. Existem ainda 24 registros como sobrenome.
A história de muita gente que carrega o nome Shakira remonta aos anos 1990, quando a cantora começou a ganhar espaço na televisão brasileira antes de se tornar fenômeno global, participando de programas como Domingão do Faustão e Hoje em Dia.
Grafias do nome e impacto pessoal
No Ceará, a fisioterapeuta Chakyra Torres Lima conta que a mãe, grávida na época, acompanhou participações da artista na TV brasileira. O nome, para ela, simboliza força e reconhecimento internacional, ganhando significado ao longo da vida adulta.
Outra história vem de Xaquira Rodrigues Queiroz, de 23 anos, que teve a grafia do nome adaptada no cartório. Filha de fãs da cantora, ela diz ter se acostumado ao uso com X e relata que, apesar de preconceitos, muitos enxergam a escolha como criativa.
Ainda no Ceará, a confeiteira Shakira Cruz de Souza relembra a adolescência marcada por ciúmes ou curiosidade alheia, mas hoje vê o nome como uma assinatura que facilita ser reconhecida. Ela afirma admirar o carisma da artista e o vínculo com o público.
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