A dança do acaso decidiu o papel de Gisele Bündchen em O Diabo Veste Prada. Durante um voo entre Nova York e Los Angeles, a supermodelo coincidiu com a roteirista Aline Brosh McKenna e abriu a porta para uma participação inesperada na trama.
A conversa casual durante a viagem terminou rendendo um convite. Gisele disse que aceitaria atuar, desde que não interpretasse uma modelo, condição que acabou determinando a natureza de sua personagem na história.
A decisão mudou o perfil da personagem criada para ela. Os roteiristas criaram a farmacista Serena para caber na visão da top, o que preservou a essência da história em meio à escolha incomum.
Gisele gravou suas cenas em apenas um dia. Mesmo com o tempo curto, a participação chamou atenção pela naturalidade e pela improvisação que trouxe leveza ao set.
Nos bastidores, a presença da modelo foi marcada pela simplicidade durante as gravações, diferente do que se espera de um elenco de grande sucesso. A cena rápida ficou gravada na lembrança dos fãs.
A participação de Bündchen, embora breve, ficou registrada como um momento marcante do filme, que permanece entre os maiores sucessos dos anos 2000. O Diabo Veste Prada segue lembrado por sua estreia e pela atuação que Gisele ofereceu.
Segmento de bastidores
- Ganho de tempo: a produção aproveitou um único dia de filmagem para a participação.
- Impacto: a naturalidade da atriz foi destacada pela equipe de produção.
- Referência: o filme tornou-se marco cultural e comercial no período.
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